domingo, 8 de junho de 2014

A moda agora é fazer um som GCJr

Após muito tempo sem dar as caras, seja por falta de tempo ou lascivo descaso, retorno com algumas boas notícias: o disco terminou sua fase de captação e agora a estética sonora da banda assume um ousado caminho.

Iniciado em meados de 2013, com a incipiente ideia de gravar um EP de 4 canções e um cover, o trabalho passou por profundas mudanças técnicas, artísticas e estilísticas. Abrimos mão das conveniências de padrões de gravação "modernos" em busca de sonoridades satisfatórias e vintageanas .

As guitarras foram todas captadas por um SM 57 e um AKG 414 (meio metro, off center) apontados para o Ibanez TSA 15 combo. Para aquecer as válvulas, foram ligados o próprio Tube Sreamer do amp ou o Boss OD-3. Nas passagens mais sujas, principalmente nos solos, muito fuzz apareceu (isso mesmo, o bom e baratíssimo Axcess Giannini; algumas pitadas do Octafuzz da Fulltone também foi a cerejinha do bolo).

De guitarras: Epiphone Sheraton II VS com captação Edu Fullertone, Telecaster homemade com o incrível Vintage T na ponte, Stagg R 500 mod., algumas coisas com  o Humbucker Malagoli, e outras com os P90 que equiparam a Tagima Strato em duas faixas. Além, é claro, da Epiphone Dot Cherry e a Strato Samick do João. E quanto aos violões? Esse é um capítulo à parte.

Resumindo, muitas experiências ocorreram com as guitarras, e os detalhes ficam para os próximos posts...


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