domingo, 27 de fevereiro de 2011

Resumo da Semana

Nos últimos dias, inevitavelmente, me afastei das postagens. É fato que estava sempre por aqui para acompanhar as visitas, muito embora a falta de tempo de criar algo novo fosse muito maior.

O propósito desse blog é de reunir todas as informações que me cercam sobre música e guitarra. Postar informações, dúvidas, dicas de bandas, reviews de equipamentos... Isso aqui funciona muito bem na minha vida, como se fosse minha banda virtual em que eu tivesse que reservar um tempo semanal para forçosamente ou não pensar em música.

Amanhã retorno, de fato, as minhas atividades extra-guitarra e creio que a oportunidade para as postagens será mais escassa. No entanto, é no excesso de trabalho que buscamos um alívio nas cordas e no som do rock and roll.

Concluindo: Jimmy Page continua como referência de timbre para guitarras humbuckers, meu projeto Big Muff importado da Europa naufragou, o site da Guitar Fetish está cada vez mais me seduzindo e em breve teremos postagens em vídeo.

Investimento futuro para a Stagg R 500 GBK:
http://www.guitarfetish.com/Vintage-59-WHITE-Alnico-Vintage-Tone-_c_170.html

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Jones, Bonham, Page e Plant

Embora avesso a valorização das listas de top top da música - mesmo concordando com grande parte delas - confesso já ter feito duas ou três relações de quem mais me apraz.

Não me arrisco em dizer que, opinando que há empate na primeira posição, Led Zeppelin é a melhor banda de rock de todos os tempos. Qualquer distorção de guitarra fica exagerada (heavy metal/piegas) ou som para ninar crianças após Jimmy Page. Aos meus ouvidos, parece que só o mago das 6 (ou 12) cordas possui o timbre e a cara do rock and roll.

É claro que a banda possui mais de dez álbuns, gravações em shows e diversas sonoridades variando com a passar do tempo em que eles estiveram juntos. Mas Page, seja pelo seu físico esguio e seu jeito encurvado de tocar sua Gibson Les Paul ou sua cara de bruxo da Idade Média, conseguem despertar o fascínio (catarse?) necessária para um guitar man de uma grande banda.
Obviamente não passo meu dia escutando Led Zeppelin, e nem resumo a história da guitarra no rock ao som deles. Outros tantos músicos e bandas – de antes de 1969 e depois – cumpriram fenomenalmente seu papel na história da música. É aí que as listas pecam, ou por isso que elas existem. A tentativa de alocar elementos num ranking os destacando pelas qualidades subjetivas e objetivas é extremamente válida, embora às vezes injusta ou não unânime. Mas acredito que ainda tenho muito tempo para mudar de ideia ou quem sabe morrer tendo certeza!

Sabendo algumas coisas são definitivas, outras nem tanto, aproveito para um mini review sobre meu set up de pedais. Digo “mini”, pois no momento careço de fotos e vídeos tão úteis para as dúvidas dos demais colegas.

O primeiro da cadeia, até que se prove o contrário, está o meu sempre fiel Digitech Bad Monkey. Resolvi manter a equalização grave/gorda que tanto rendeu na postagem sobre o John Mayer. Abaixar o potenciômetro de volume limpou bem a sujeira – não que ela seja um problema sempre, escute “Sempre Brilhará” (versão ao vivo) de Celso Blues Boy e entenderão o que estou querendo dizer.

Após o verdinho TS like, vem o novo xodó: Giannini Axcess Over Drive OD - 102. Ainda não tive tempo de explorar muitas configurações, mas preferi-o com pouco ganho e mais agudo do que o Bad Monkey. O som dos dois ficou mais redondo e o Axcess sozinho esquenta umas bases na Strato sem crunchar o amplificador.

Naturalmente na cadeia segue o Danelectro FAB Distortion. Estou só aguardando cabinhos novos pra ligar todos, então não o testei com o Axcess antes. Mas antes do Giannini entrar no set eu já usava o FAB Distortion para um som mais ardido bem Pearl Jam com pouco drive e alguma coisa de agudo.

Segue com Danelectro FAB Chorus (Depth 9h, Speed 9h e Mix 14h) para uma “molhada” no som às vezes e o Giannini Axcess Phaser PH – 105. Gostei muito deste pedal, o efeito é bonito, mas as modulações dessa marca – parece que não foi só comigo – dão um estalo na hora de ligar pela primeira vez. Isso não deve fazer muito bem pro auto falante! De qualquer forma, o resultado final é bom. Um leve agudo me incomodou na Strato e o som embolou um pouco na Stagg com Humbuckers, nada que uma equalização com mais paciência não resolva.

Crédito fotográfico: Bob Gruen

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Pra fazer um rock'n roll

Amplificador (valvulado - gritará o coro dos puristas) no talo, potenciômetro de volume na metade (John Mayer), captadores de alnico 5 (baixa saída) e muito feeling e todas as outras expressões para timbre e pegada. Tenho todas as dicas do mundo, mas sempre acordo com o desejo hiperativo de buscar algo além.

Na prática, não falta muito para eu completar o meu set up (achei que isso demoraria anos). Uma strato, um outro modelo com humbuckers, dois overdrives, um distortion, um chorus e um phaser. Ainda me viro com o amplificador de contra baixo emprestado pelo meu irmão. Mas aqui começa o tormento - que para alguns seria perfumaria, e para outros essencial - o amplificador não tem reverb e nem falante de 12 polegadas. Aumentando o desespero, um upgrade na captação e no nut (ainda de plástico) das guitarras seriam muito bem vindo. Além do fato de que vou precisar de novos cabinhos de pedais...

Há uma grande chance de, hoje, eu estar comprando/tocando essas coisas mais como colecionador do que como guitarrista. Há quem gaste fortunas com orquídeas, por exemplo. Mas é muito complicado conciliar minha vida atual com estudos de técnicas, ensaios, shows e composições.

Não quero chegar, e não estou longe disso, ao ponto do guitarrista de internet, que passa mais tempo procurando ofertas e limpando seu equipamento do tocando e estudando um pouquinho. Uma banda de garagem com um monte de adolescentes seria mais divertido!

Jimi Hendrix é quase uma unanimidade no universo dos guitarristas. Não entendo muito o que passa na cabeça da galera do Heavy Metal, embora creia que eles também curtam o cara. Já disse aqui sobre as cordas velhas do Robby Krieger do The doors (postagem corrigida, pois parece que isso foi uma piada dele), correndo o risco de "errar" novamente: uma vez li em alguma entrevista da Guitar Player, algum guitarrista famoso falando do Hendrix, "as primeiras gravações dele, as piratas, antes da fama, eram muito melhores. Sem a pressão dos estúdios. Ele não se preocupava nem em estar afinado!"

Ainda bem que não tenho um pedal chromatic tuner no meu set up!

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Aqui é minha ilha

Vitória é uma das três capitais de unidade da federação (as outras são Florianópolis e São Luís) que são totalmente banhadas por mar. A ilha tem suas “costas” voltadas pro mangue, a baia tomada pelo porto e o recorte belo de suas praias ainda não tão limpas.

Eu sei lá que tipo de coincidência ou piada interna que fez com que aqui também fosse, de certa forma, a terra do reggae. Tenho minhas dúvidas se não estou atrelando o movimento Congobeach ao swing de Bob Marley...

Hoje, distante um pouco de hits de Casaca, Mahnimal, Macucos - e talvez até bem famosa por causa do Dead Fish - Vitória apresenta um mini reflexo da cena cultural brasileira atual. Não é difícil encontrar jazz/blues em mais de dois dias na semana em bares famosos e requintados. A galera do punk rock e underground é bem servida com shows semanais em casas como Teacher's Pub e Caverna do Simpsom (que tenho minhas dúvidas se ainda existe... Nota mental, antes de atualizar o blog atualize-se sobre sua cidade). 

Não é raro também qualquer tipo de coisa tocando nos famigerados rocks no campus de Goiabeiras da UFES, assim como as n micaretas que inundam o Pavilhão de Carapina, além de todas as duplas sertanejas de renome a nível de Faustão.

Somos até razoavelmente bem servidos de lojas de instrumentos musicais e serviços de luthier. Possuímos até uma oficina de um engenheiro eletrônico muito famoso por fazer os seus amplificadores e pedais handmades.

Hoje não temos mais, e não me perguntem quando e por que fechou, a filial da EM&T. É importante destacar que, a antiga EM&T, a oficina de handemade e as lojas de instrumentos musicais eram todos, basicamente, no quarteirão de minha antiga casa... Demorei a descobrir, isso depois de só ter restado a oficina, que ali também era local de ensaio do pessoal do Solana. Isso explicava o quê eles viviam fazendo na padaria do lado de casa nas tardes que eu passava estudando.

Formada em 2003, a banda tem um apelo visual e sonoro sério, com letras requintadas, citações literárias e arranjos sofisticados. Fãs de Los Hermanos não terão dificuldades em gostar, mas eu continuo caindo mais pro lado do Jeff Buckley em termos de timbres e vocais.

Rodolfo Simor, que divide as guitarras com o vocalista Juliano Gauche, é de uma competência e ecletismo inquestionável. A primeira vez que o vi tocando - Festival Guitar Player EM&T 2008 - fiquei bastante impressionado com o cover de John Scofield.

Bom saber que ainda há espaço para  criatividade e bom gosto nessa ilha tão pequena.

Confira Solana no Myspace:

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Play the Game

De todas as bandas de rock que um dia eu ouvi, a primeira que me motivou a tocar guitarra, sem nenhuma dúvida, foi o Queen. As músicas operísticas, os vocais trabalhados, o sustain quase infinito do trio Red Special-Vox AC30-Brian May e o apelo estético-visual inquestionável.

Músicas como Bohemian Rhapsody, Killer Queen, Save Me e tantas outras são dificéis de tirar da cabeça. A banda, que passou do rock clássico quase progressivo - pop eletrônico - rock clássico novamente, mescla canções que caberiam na trilha sonora de qualquer um, devido à diversidade da discografia dos ingleses.

Hoje em dia, raramente escuto Queen - certos deuses da música não precisam ser acionados a todo o momento - mas o fato de ter acabado de chegar em casa e ter em minha mesa o DVD Queen Rock Montreal foi um estímulo e tanto pra esse post. Presentes assim são sempre bem vindos.

O blog andou meio "abandonado" esses dias devido aos outros compromissos que costumam tomar meu tempo normalmente. Ontem à noite, após ansiosa espera, chegou aqui em casa o meu pedal Over drive Axcess Gianinni (que troquei por um Behringer Blues Overdrive BO 100) e o Phaser, da mesma marca, que havia comprado na internet.

Ainda não tive muito tempo para análises sonoras profundas, mas a primeira impressão foi muito boa. Externamente é um pedal resistente e bonito. Sem grandes recursos estéticos, mas o minimalismo tem me atraído ultimamente. Ele vem numa caixinha escura tão pequena quanto o pedal.

O Overdrive me agradou bastante. Em comparação ao BO 100 - que sobrava agudos e não perdia o som crocante nem com quase nada de gain - o Axcess é mais limpo, menos abelhudo e com mais presença, além, é claro, de a carcaça ser de material metálico.

Estou tendo um pouco de dificuldades com o Phaser, mas isso se deve ao fato de praticamente nunca ter tocado em um. O pedal não pareceu acrescentar grandes mudanças sonoras ao timbre, cumprindo apenas o seu papel com phaser. Não houve clicks nem chiados, aumento de agudos ou som de brinquedo de criança. Agora é tentar dominar essa máquina de ondas sonoras!

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Salvador do Rock Nacional

Que saudade que eu tenho da Baía de Todos os Santos, iluminada unicamente pelo sol do cair da tarde. Da terra quente e da gente alegre. Há um ano Salvador foi minha casa e de lá saí querendo voltar para sempre.

Eram 60 anos de trio elétrico nas ruas e (pasmem ou não) o frevo e/ou axé dominou o meu circuito cultural pela capital baiana. Não tive, e inclusive só soube há poucos dias, a chance de assistir a apresentação gratuita do Vivendo do Ócio na praia de Piatã, durante o carnaval. Eu vi os caras pela primeira vez no GAS Sound da Rede TV, um até então despretensioso programa/festival da emissora paulista que lançaria um disco da banda vencedora.

Mais algumas aparições na MTV e não foi difícil perceber a clara influência britânica do som deles. Algo bem Arctic Monkeys com linhas de baixos altos e vocais rasgados. Não sei por que, e comentei isso com Nanato do Simpatomiméticos (que me apresentou as outras músicas do Vivendo do Ócio) a voz de Jajá Cardoso me lembrou o Helio Flanders do Vanguart e aquele dia nem era uma terça-feira...

Após algumas passadas no myspace dos caras, dei uma conferida em algumas fotos e vídeos. Deu para identificar que com um contrabaixo Sx e uma guitarra Epiphone é possível gravar um bom disco de rock and roll, a exemplo de Nem sempre tão Normal.


Aproveitando mais uma "banda com meus amigos que deu certo", concluo a saga do pedalboard handemade começada na postagem passada:

Colei as três partes de mdf que serviriam como base (57 x 10 x 1,5 cm) e as uni também com as duas ripas de 30 x 3,5 x 1,5 cm que serviriam como as proteções laterais. Para Esse último serviço, além da cola de madeira, usei pregos. Depois, também com prego e cola de madeira, vem a proteção posterior de mdf (53 x 10 x 1,5 cm).

Após isso, cortei o emborrachado no tamanho da base do pedalboard (uma emenda teve que ser feita pra completar os 7 cm restantes). Importante lembrar que antes de colá-lo com adesivo de contato, eu lavei bem o emborrachado com água, sabão e escova.

24 horas esperando o adesivo de contato secar. É importante colocar um peso em cima, para isso, usei a TV do meu quarto! Depois, tirei a TV, corta o EVA no tamanho que ficou o pedalboard internamente, e repeti o mesmo processo de colagem, mas colocando revista entre a TV e o EVA para não amassar/rasgar este.

Nas informações de uso do adesivo de contato diz que é preciso limpar bem e secar as duas partes a ser coladas, passar a cola nas duas partes e esperar secar o solvente de 10 - 15 minutos (importante: faça isso em local aberto/ventilado, senão você vai ficar doidão). Lá relata também que a colagem é definitiva após 24 horas, mas antes disso já está bem firme. 

O pedalboard está pronto. Ainda não decidi se dou acabamento de tinta ou verniz nas extremidades de madeira. Além do fato que não pretendo usar velcro, assim, passarei o lacre nos pedais e em alças coladas na base do pedalboard. Veremos como ficará o resultado final.

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Faça você mesmo

Um dos feitos que mais me orgulho, em relação aos meus amigos, nos últimos anos, é ter sentenciado que aquele som de garagem, cru, sem contrabaixo e uma baterista no estilo feijão com arroz se tornaria algo definitivo na história da música.

Possivelmente levado pelo meu espírito "faça você mesmo", sem a conotação punk da frase, acreditava que o som que vinha de The White Stripes era superior ao rock adolescente Silverchair-Green Day-Blink 182 que dominava as rádios por volta dos anos 2000. Escutando os primeiros acordes de "Joline" rapidamente remeti ao timbre de Jimmy Page e todo o chiado e ambiência dos anos 70.

Se um cara, acompanhado por uma baterista, tocando com sua guitarra de plástico e um só captador funcionante poderia se aproximar do que foi o Led Zeppelin o quê eu não poderia fazer também? Aquilo era a concretização do sonho adolescente, a banda de garagem que dava certo; hoje sabemos que Jack nunca ligou muito para equipamentos - tendo preferência por alguma ou outra coisa que poderia ser chamada de vintage - enfatizando que o som vinha do esforço dele (será que ele aprendeu esse discurso com Carlos Santana?).

Há poucas horas, recebo a notícia de que The White Stripes, após um hiato de cerca de três anos, encerrou suas atividades. Um clima meio fúnebre fica pelo menos pra mim. É claro que os outros projetos (agora definitivamente elevados a categoria de oficiais) do cara continuam. Andei ouvindo o Dead Weather e parece ser muito bom. Mas acho que o que fica na nostalgia é aquele clima de que tudo é possível com muito blues, rock and roll e atitude.

Aproveitando o momento do-it-yourself, começo aqui a saga do meu pedalboard handemade. Inspirado em dicas do Fórum CifraClub o construi há cerca de uma semana.

Material usado:
3 placas de mdf 57x10x15, cm - recolhidas em casa
2 placas de mdf 30x3,5x1,5 cm - recolhidas em casa
1 placa de mdf 53x10x1,5 - recolhida em casa
EVA verde de 1,0 cm - recolhido em casa
Tecido emborrachado 50x50 cm - recolhido em casa (em lojas de borracha parece ser bem barato segundo o FCC)
Adesivo de contato (cola de sapateiro) - R$ 7,20 o tubo
Pregos pequenos - R$ 3,50 pacote com 20
Cola de madeira - recolhida em casa
Serra - R$ 3,50
Martelo - recolhido em casa

Continua...

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Eu não sou John Mayer

 Ainda na febre do "preciso melhorar meu timbre" e, mesmo sabendo que esse não é o melhor caminho, buscando parâmetros em sonoridades abordadas por minhas referências musicais, mais uma vez, nessa terça feira última, me detive por toda uma tarde, equalizando tudo o que é botão do meu set up.

Meu melhor pedal na prancha no momento é o "cover" dos Tube Screamer, o Digitech Bad Monkey, uma barganha, considerando que comprei em euros e não paguei pelo frete; pedal low gain bastante profundo, com um timbre bem mais cheio que o meu agora "trocado" Behringer Blues Overdrive (breve conto os detalhes).

A regulagem que estava foi feita pacientemente pelo meu ex professor de guitarra que, numa visita relâmpago, me agradou bastante com a quantidade de graves que adicionou ao meu som.

Mas não adiantou muito, tomado pela febre já citada, durmia pensando numa forma melhor de extrair mais alguma coisa do macaquinho, embora respeite até a alma o que meu ex - professor disse que é bom (aqui cabe uma discussão para outras postagens).

Liguei o Where the Light is de Jonh Mayer no computador e fui ver até onde conseguia ir, tirando toda a tonelada de equipamentos que todos nós sabemos que ele usa e focando só no som Tube Screamer do cara. De imediato, o que me incomodou foi o som crocante que me impedia de tocar acordes limpos (ou palhetando baladas (John Mayer teria, basicamente dois tipos de drive ou seria pura dinâmica?). O pedal estava com a seguinte configuração: Tone 13h, Low 13h, High pouca coisa depois de 12h e Gain 14h. Todo mundo, e até eu que sou iniciante nisso tudo, poderia pensar/sugerir que eu diminuísse o Gain. Quem me dera isso fosse possível, visto a falta de coragem momentânea de mexer naquela equalização sagrada!!! Mas o que me desmotivou a ficar virando knob pra lá e pra cá foi o fato que, para as frases mais bluesy e solo se som estava perfeito. E assim a equalização inicial se manteve, pelo menos até outra tarde sem nada melhor pra fazer.

Fica a pergunta: estou precisando de outro Bad Monkey ou é tudo questão de técnica/dinâmica?

Em tempo, uma oportunidade muito boa está surgindo e creio que até o fim do mês um Big Muff estará pisando no meu pedalboard handemade! Vamos esperar pra ver se concretiza. 

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Simon & Garfunkel: edição comemorativa de um clássico

Em tempos (passageiros?) em que as duplas sertanejas (universitárias?) dominam as paradas de sucesso no Brasil, e com um apelo um forte no estado do Espírito Santo (praia?); talvez seja difícil, para os mais novos, como quem vos escreve, pacientemente resgatar sons mais clássicos e aveludados...

A primeira vez que ouvi  Simon & Garfunkel não sei se foi na trilha de Forrest Gump ou nos intermináveis ensaios, na minha casa, da banda do meu irmão. 

Depois disso, passando pela tentativa madrugal de assistir o filme A Primeira Noite de um Homem, ganhei um vinil - alguma coisa no Central Park nos anos de 1980, reunião após a dissolução da dupla.
E agora, aproveitando o mesmo clima do post sobre The Doors, acrescento aqui a notícia do relançamento do último álbum dos dois antes do fim da parceria. 

"Está previsto para o dia 8 de março o combo CD+DVD 'Bridge Over Troubled Water: 40th Anniversary Edition'. Além do álbum original, o pacote inclui 'Songs of America', um especial para TV de 1969 nunca antes comercializado, e um documentário sobre o making-of, trazendo entrevistas com Paul Simon e Art Garfunkel."
  
Confiram a notícia na íntegra no site da Guitar Player
http://guitarplayer.uol.com.br/?area=detalheNoticia&id=1748